Cinema Paradiso (Nuovo Cinema Paradiso), lançado em 1988, é um classicaço do Cinema mundial! A obra-prima de Giuseppe Tornatore, presente em várias listas de melhores longas de todos os tempos, ganhou o Globo de Ouro e o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, bem como o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes.
Sinopse:
Nos anos que antecederam a chegada da televisão em uma pequena cidade da Sicília, o garoto Totó (Salvatore Cascio) ficou hipnotizado pelo cinema local e iniciou uma amizade com Alfredo (Philippe Noiret), projecionista que se irritava com certa facilidade, mas tinha um enorme coração. Todos estes acontecimentos chegam em forma de lembrança quando Totó (Jacques Perrin), agora um um cineasta de sucesso, recebe a notícia de que Alfredo faleceu.
O que ele tem de bom?
Dentre os vários méritos do longa, destaco os seguintes:
Roteiro: sensível, metalinguístico, realista e, principalmente, maduro, o texto da película (também assinado por Tornatore, juntamente com a Vanna Paoli) é extremamente bem escrito, responsável por criar personas marcantes, complexos e multifacetados. Temas como amor e amizade são extremamente bem abordados. Juntamente com a direção, o roteiro é hábil em transformar o Cinema Paradiso em um personagem. Ah, e aquele final é belíssimo!
Elenco: todos os atores encarnaram com perfeição os personagens, especialmente o Philippe Noiret, como o projecionista Alfredo, e todos os intérpretes do protagonista Salvatore di Vita. Dentre estes últimos, o destaque maior ficou por conta de Salvatore Cascio, que brindou o público com a provável melhor atuação mirim da história do Cinema. O intérprete esbanjou talento e carisma ao encarnar o menino Totó.
Trilha Sonora: a suave música do Ennio Morricone, meu compositor preferido no meio cinematográfico, para a película italiana, é nada menos que magistral! De certo, está entre os melhores trabalhos do colaborador frequente do grande cineasta Sergio Leone. À base de violino, instrumentos de sopro e piano, poucas trilhas carregam tanta emoção quanto à do grande mestre para a comentada projeção. Absolutamente maravilhosa!
Conclusão: Cinema Paradiso é uma obra excepcional, imortalizada nas mentes e nos corações dos cinéfilos fervorosos. Para mim, se trata do melhor filme oitentista e a película de mais qualidade dentre quaisquer projeções não norte-americanas. A maior prova do quão rico é o Cinema Italiano. Provavelmente o longa mais emocionante que já vi.
Nos anos que antecederam a chegada da televisão em uma pequena cidade da Sicília, o garoto Totó (Salvatore Cascio) ficou hipnotizado pelo cinema local e iniciou uma amizade com Alfredo (Philippe Noiret), projecionista que se irritava com certa facilidade, mas tinha um enorme coração. Todos estes acontecimentos chegam em forma de lembrança quando Totó (Jacques Perrin), agora um um cineasta de sucesso, recebe a notícia de que Alfredo faleceu.
O que ele tem de bom?
Dentre os vários méritos do longa, destaco os seguintes:
Roteiro: sensível, metalinguístico, realista e, principalmente, maduro, o texto da película (também assinado por Tornatore, juntamente com a Vanna Paoli) é extremamente bem escrito, responsável por criar personas marcantes, complexos e multifacetados. Temas como amor e amizade são extremamente bem abordados. Juntamente com a direção, o roteiro é hábil em transformar o Cinema Paradiso em um personagem. Ah, e aquele final é belíssimo!
Elenco: todos os atores encarnaram com perfeição os personagens, especialmente o Philippe Noiret, como o projecionista Alfredo, e todos os intérpretes do protagonista Salvatore di Vita. Dentre estes últimos, o destaque maior ficou por conta de Salvatore Cascio, que brindou o público com a provável melhor atuação mirim da história do Cinema. O intérprete esbanjou talento e carisma ao encarnar o menino Totó.
Trilha Sonora: a suave música do Ennio Morricone, meu compositor preferido no meio cinematográfico, para a película italiana, é nada menos que magistral! De certo, está entre os melhores trabalhos do colaborador frequente do grande cineasta Sergio Leone. À base de violino, instrumentos de sopro e piano, poucas trilhas carregam tanta emoção quanto à do grande mestre para a comentada projeção. Absolutamente maravilhosa!
Conclusão: Cinema Paradiso é uma obra excepcional, imortalizada nas mentes e nos corações dos cinéfilos fervorosos. Para mim, se trata do melhor filme oitentista e a película de mais qualidade dentre quaisquer projeções não norte-americanas. A maior prova do quão rico é o Cinema Italiano. Provavelmente o longa mais emocionante que já vi.
ANDRÉ MATEUS

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